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	<title>Que falta faz um revisor! &#187; ambigüidade</title>
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	<description>Erros de português encontrados por aí, e outras coisas da nossa língua</description>
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		<title>O dela, não o seu</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 23:54:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Nunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[ambigüidade]]></category>
		<category><![CDATA[Escrever bem]]></category>
		<category><![CDATA[Globo]]></category>
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		<category><![CDATA[Revista Galileu]]></category>
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		<description><![CDATA[Evitar certas armadilhas da escrita até que não é difícil. É preciso, basicamente, ler de novo, com calma e em voz alta, o que se escreveu para ver se não há ambigüidade (sim, eu continuo usando trema), por exemplo. Os pronomes possessivos de terceira pessoa (seu, sua, seus, suas) são fantásticos para criar coisas engraçadas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Evitar certas armadilhas da escrita até que não é difícil. É preciso, basicamente, ler de novo, com calma e em voz alta, o que se escreveu para ver se não há ambigüidade (sim, eu continuo usando trema), por exemplo.</p>
<p>Os pronomes possessivos de terceira pessoa (seu, sua, seus, suas) são fantásticos para criar coisas engraçadas, por pura <del datetime="2012-02-15T23:40:21+00:00">preguiça</del> distração do redator/revisor. Veja estes dois casos recentes.</p>
<p><a href="http://s533.photobucket.com/albums/ee331/detudo/quefalta/?action=view&amp;current=funeral-1.jpg" target="_blank"><img src="http://i533.photobucket.com/albums/ee331/detudo/quefalta/funeral-1.jpg" alt="Photobucket" border="0" /></a></p>
<p>A notícia é assustadora! O corpo da Whitney chegou para o seu funeral, caro leitor! É um corpo que gosta de ir ao funeral dos outros!</p>
<p>Percebeu que o &#8220;seu&#8221; ali é totalmente desnecessário? É mais do que óbvio que o corpo dela só poderia ir para o próprio funeral.</p>
<p>A próxima notícia é um alívio para todas as amigas leitoras do <strong>Que Falta</strong>:</p>
<p><a href="http://s533.photobucket.com/albums/ee331/detudo/quefalta/?action=view&amp;current=namorado.jpg" target="_blank"><img src="http://i533.photobucket.com/albums/ee331/detudo/quefalta/namorado.jpg" alt="Photobucket" border="0" /></a></p>
<p>Minha prezada amiga, você deve estar pensando: &#8220;Que bom que essa mocréia (sim, eu ainda uso esse acento) não pode beijar o meu namorado!&#8221;, não é? Nem o de qualquer outra amiga sua ou minha. O problema é com o namorado dela.</p>
<p>Notou o outro &#8220;seu&#8221; desnecessário? Salvo uma extrema sem-vergonhice da moça, ela só não pode beijar o próprio namorado. Tirando o &#8220;seu&#8221;, acaba a ambigüidade.</p>
<p>O Terra e a revista Galileu pisam bastante na bola nesse quesito. Logo publico outras coisas do tipo.</p>
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		<title>Que tamanho tem a garagem do sujeito?</title>
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		<pubDate>Tue, 12 May 2009 16:37:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Nunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[ambigüidade]]></category>
		<category><![CDATA[Gizmodo]]></category>
		<category><![CDATA[Na teia]]></category>
		<category><![CDATA[redação]]></category>

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		<description><![CDATA[Pois é. A redação confusa do Gizmodo faz pensar que o carro faz essa quilometragem por litro dentro da garagem. Boa redação sempre exige que se releia o que foi escrito para ter certeza de que ficou claro e sem ambigüidades. A melhor forma seria: Engenheiro da Ford constrói na própria garagem (ou na garagem, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://i533.photobucket.com/albums/ee331/detudo/quefalta/garagem.png" alt="" width="564" height="245" /></p>
<p>Pois é. A redação confusa do Gizmodo faz pensar que o carro faz essa quilometragem por litro dentro da garagem. Boa redação sempre exige que se releia o que foi escrito para ter certeza de que ficou claro e sem ambigüidades. A melhor forma seria: Engenheiro da Ford constrói na própria garagem (ou na garagem, apenas, pois ninguém pensaria que ela usa a garagem do vizinho para isso)&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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