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Sem a minha, pode!

Um cochilo e uma pérola do Terra hoje pela manhã:

No primeiro caso, o redator/revisor se atrapalhou um pouco e esqueceu de apagar o é. Mas no segundo, foi erro feio mesmo. Quando nos referimos a partes do corpo, não há necessidade do pronome possessivo. Assim, como o frango pode viver sem a minha cabeça ou sem a sua, a frase deveria ser apenas: Um frango pode viver sem cabeça? Todo mundo (com exceção, talvez, do revisor) saberia que se refere à cabeça do frango, não a outra qualquer.

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PS.: Assim que terminei de “fotografar” a página do Terra, o primeiro erro foi consertado, mas o segundo permanece. E o segundo já está lá há alguns dias.

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One Trackback

  1. [...] O uso desnecessário do possessivo gera frases esquisitas, quando não absolutamente ridículas, como já comentamos aqui. [...]

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