O uso da crase: eita trem complicado! (1)

Nossa leitora Nicy pediu um artigo sobre crase. Aqui está! Com certeza, muita gente concorda com o título. A crase reprova alunos, acaba com a reputação de escritores, faz a alegria dos elaboradores  de concursos, que amam questões com o sinal malvado. Alguns, por vida das dúvidas, tacam crase em tudo quanto é “a” que Leia mais… »

Derrepente certo, de repente errado

Nessas tabelinhas coloridas e simplistas de pitacos dicas de português (já falei mal delas aqui), há outra menção sempre presente: Derrepente é errado (ou não existe…). Essa afirmação está correta? Depende. Calma, não se escandalize. Eu explico. No que diz respeito à grafia, sim, *derrepente é forma errada. Na imagem que ilustra este artigo, o Leia mais… »

A existência da palavra que não existe

A internet popularizou a informação (mas não a sabedoria) e o pitaco. No primeiro caso, pessoas capacitadas falam de assunto que dominam; no segundo… Bem, o pitaco livre é direito constitucional, e todo mundo dá o seu. Os assuntos da língua portuguesa não ficaram de fora, e proliferam os artigos das duas vertentes. Os do Leia mais… »

Melhor praticar mais

Encontrei o texto abaixo, já há algum tempo, em uma revista distribuída gratuitamente aqui em São Caetano. O fato do texto ter vários problemas não é surpreendente; o constrangedor mesmo é que seu tema é justamente o bom uso da língua. Assinalei algumas coisinhas. Vejam aí. 1. Penso que a autora quis dizer visando ao Leia mais… »

Verbo com acento

Você já reparou que nenhum verbo em português têm acento gráfico? Sabe por quê? Simples: o r final faz com que a sílaba tônica de todos os verbos seja a última. Portanto, todos os verbos em português são palavras oxítonas. O Olhar Digital, porém, esqueceu disso. Olha o que saiu: Claro, claro… o sujeito começou Leia mais… »